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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Faça terapia em grupo: pedale com os amigos “Equipe Mermos ”

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sábado, 31 de dezembro de 2011

São Silvestre 2011


31.dez.2011     Redação

Mogianos disputam a São Silvestre
Tradição Com 33 representantes, equipe WF terá o maior grupo de mogianos nos 15 quilômetros da prova
THIAGO CAMPOS

Mogi das Cruzes vai manter a tradição e mais uma vez terá seus representantes na 87ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre. A equipe WF (Walter Franco) terá o maior grupo da Cidade nos 15 quilômetros de percurso da prova. Desta vez, o time contará com a presença de 33 atletas, sendo 11 mulheres e 22 homens. O atletismo mogiano ainda será muito bem defendido pelos alunos da Academia Leo Fitness e os integrantes da equipe Divas.

A mais famosa corrida de rua do Brasil acontece hoje, a partir das 17h10, com largada em frente ao Museu de Artes de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.
O resultado final pouco importa para os competidores mogianos. Além da prática do esporte, a prova tem como objetivo a confraternização entre os amigos que ao longo do ano estiveram juntos nos treinos nas ruas e avenidas de Mogi das Cruzes.
A equipe WF é uma das mais tradicionais da Cidade. O time comandado pelo engenheiro aposentado Walter Franco participará da São Silvestre pela 15ª vez. "A primeira vez foi em 1998. De lá para cá, não paramos mais. É sempre difícil reunir todo mundo, mas a vontade de cada um faz a diferença", revelou.
A WF, segundo o fundista, conta com o apoio da Valtra, que fornece os uniformes e o transporte. "Infelizmente não recebemos nenhum apoio da Prefeitura de Mogi. Portanto, o jeito é buscar apoio junto à iniciativa privada". A saída dos atletas de Mogi rumo a Capital Paulista acontece hoje, às 13h15, na Praça Dr. Bóris Grinberg.
No clima de mais uma São Silvestre, o engenheiro aposentado aproveitou para revelar a preparação de cada atleta visando as tradicionais provas de rua do País e do mundo. "Alguns treinam sozinhos. Mas temos uma turma que se reúne pelo menos quatro vezes por semana para correr uns 25 quilômetros. Aos domingos, por exemplo, realizamos um percurso até Sabaúna", contou.
Nesta edição da corrida de rua mais tradicional do País, a equipe WF será reforçada pela Leo Fitness. Os alunos que treinam diariamente com a professora e proprietária Leonidia Santana, a Leo, vão estrear na São Silvestre e prometem novos desafios em 2012.
A equipe Divas pretende fazer da São Silvestre uma festa de confraternização por mais um ano. O time comandado pela jornalista Cléia Sampaio da Silva terá 15 representantes na média de 40 anos de idade. "É uma festa. O importante é se divertir ao cruzar a linha de chegada. Todo mundo começou o ano com 5 quilômetros e vai fechar com os 15 da São Silvestre", destacou.
Apesar do nome Divas, a equipe reúne homens e mulheres. A iniciativa, no entanto, surgiu com a mulherada. "O legal é que as mulheres começaram a passaram a levar os maridos. Hoje todos correm juntos".
O grupo treina junto todos os domingos. Após o percurso de 11 quilômetros, o encontro sempre termina com um café da manhã e muito bate papo. "O grupo não fica apenas na corrida. A gente também se encontra para sair e jantar. No próximo ano queremos realizar treinos diferentes na praia e outros lugares", finalizou Cléia, que este ano, por conta de uma contusão, não poderá acompanhar os amigos na tradicional São Silvestre.

Confira esta matéria no link abaixo:

domingo, 10 de julho de 2011

Caminho da Fé

Caminho Frei Galvão

Caminho Frei Galvão

No dia 21 de Abril dei inicio a minha viagem, saí de São Bento do Sapucaí-SP às 10h00 da manhã. Nesse dia percorri 24,34 km para chegar no distrito de Luminosa, em Minas Gerais, pousei no bairro de Nossa Senhora das Candeias onde fica a pousada da Dona Ditinha. Nesse dia não andei muito, pois havia várias subidas e as descidas tinham que ser percorridas empurrando a bicicleta. Nessa pousada fiz amizade com um pessoal do Rio de Janeiro, que estavam percorrendo o caminho a pé, o Luiz, Paulo, Yoshie, Claudia, Angelina e a Odete. No segundo dia a pedalada já foi mais forte saí às 06h00 da manhã, me despedi da galera e rumei a mais uma cidade do interior de Minas Gerais. Percorri 38 km nesse dia e fiquei hospedado no Chalé da Paz que fica no Bairro dos Freires. Nesse local participei de um aniversario onde eu não conhecia ninguém, mas foi muito bacana poder estar no meio de pessoas alegres e felizes. No terceiro dia percorri 44 km, teve bastante subida e terreno acentuado foi o que me favoreceu bastante para eu pedalar forte. No trajeto encontra-se bastante pinhão, uma semente da árvore araucária que serve para consumo humano e animal. A quantidade era tanta que dava para encher uma carreta. Antes de chegar à descida da Santa eu estava preocupado, pois eu tinha que chegar as 15h00 em ponto, pois como é mata fechada tinha certo risco de eu ficar perdido, mas a luz de Deus me iluminou e eu encontrei a galera do Rio de Janeiro. A descida tem 4,5 km,é muito íngreme e ruim, impossível subir montado na bicicleta, tive que descer todo o trajeto empurrando. No 4° e último dia percorri 27 km, foi fácil, pois boa parte era só asfalto. Sai às 4h00 da manhã e caminhei com o pessoal até as 06h00, quando o dia clareou, comecei a pedalar. Cheguei em Guaratinguetá, São Paulo às 09h00 onde carimbei a minha credencial e finalizei minha peregrinação.

“O caminho é assim, a gente passa e ele fica.
Tudo que vi, nunca vou esqueçer,
Passei por muitos lugares que muita gente nunca vai ver,
Conheci pessoas e suas historias que eu sempre vou lembrar,
Caminhei com peregrinos de outros estados que um dia espero encontrar.
Sendo assim, a minha jornada vou continuar
Pois tenho muitos outros caminhos para desbravar .
Caminho Frei Galvão eu estive lá”

Celso Ricardo Pereira de Lima

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Professora percorre 2.700 km de bicicleta para comemorar cura de câncer


Professora percorre 2.700 km de bicicleta para comemorar cura de câncer

Há cinco anos, a professora de educação física Cristina de Barros, 43, foi operada de um câncer de colo do útero. Sete meses meses depois, retirou um ovário, por causa de um cisto hemorrágico. Para comemorar a cura, ela acaba de percorrer 2.700 km de bicicleta, unindo as capitais do Sudeste e divulgando a importância dos exames preventivos. Leia abaixo o depoimento de Cristina à Folha.

MINHA HISTÓRIA: CRISTINA DE BARROS, 43

Acabei de voltar de uma viagem de bicicleta passando por todas as capitais do Sudeste brasileiro. Fiz o trajeto, de 2.700 km, sozinha, para comemorar a cura de um câncer no colo do útero, operado há cinco anos.

Eu não pedalava para valer até 2000, quando me divorciei. Depois da separação, eu estava naquela de pensar: "não sei se me caso (de novo) ou compro uma bicicleta". Naquele momento, achei melhor comprar a bicicleta.

Comecei a pedalar no meu bairro, nos parques Ibirapuera e Villa-Lobos e na USP, que é perto da minha casa. Sou professora de educação física, gosto de esporte, resolvi unir o útil ao agradável.

Conheci a trupe da bike, ouvi falar do cicloturismo e quis experimentar. Eu adoro viajar. Minha primeira viagem de bicicleta foi o Caminho do Sol, de Santana do Parnaíba a Águas de São Pedro, no Estado de São Paulo. São 250 km pedalando.

Eu amei de paixão, fui mordida pelo bicho do cicloturismo, sabia que iria viajar mais. Foi quando, no exame ginecológico de rotina, o teste de Papanicolau detectou o câncer de colo do útero.

Esse câncer é assintomático, se você não faz o exame preventivo pode ficar anos sem saber que tem a doença. A sorte é que descobri logo, peguei o bicho no laço.

VIRADA DO AVESSO

Foi em agosto de 2005, eu estava com 38 anos. Um mês depois fui para a mesa de cirurgia. Retiraram todo o útero. Eu não tenho filhos, mas não faz mal, tem tanta criança aí para ser adotada.

Na cirurgia, fizeram um corte de 30 cm na minha barriga, fui virada do avesso, mas deu tudo certo. Difícil foi a recuperação.

Fiquei um mês sem poder sair da cama e mais três meses sem fazer atividades físicas. Uma tortura para mim, que sempre fui muito ativa. Quando estava recomeçando, fazendo caminhadas leves, tive um cisto hemorrágico em um dos ovários.

Eu ia completar sete meses da primeira operação e fui para a mesa de cirurgia de novo. O ovário estava inchado, os médicos não sabiam se era decorrência do câncer.

Mesmo assim, eu não fiquei preocupada com a cirurgia. Mas a recuperação me preocupava. Foram mais quatro meses de molho.
Certos dias, eu tinha de me jogar da cama para fazer alguma coisa. Eu não queria nem acordar.

Mas acho que 90% da recuperação depende da gente, 10% da medicina. Se isso é algo comprovado, eu não sei. Mas acreditei nisso, e brigava comigo mesma para sair de casa, andar de bicicleta.

Cheguei a perguntar para a médica se tinha um comprimidinho para levantar o astral. Ela me disse que até tinha, mas que, para mim, pedalar era o melhor remédio.

Então eu ia. Pegava a bicicleta e falava "não gosto de você", mas pedalava. No final de 2006, eu já tinha retornado ao ciclismo.

Fonte da pesquisa:http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2010/08/22/professora-percorre-2700-km-de-bicicleta-para-comemorar-cura-de-cancer.jhtm

Link da entrevista para radio CBN:http://cbn.globoradio.globo.com/programas/revista-cbn/2010/08/29/PROFESSORA-COMEMORA-SUA-CURA-COM-PEDALADAS-PARA-DIVULGAR-EXAMES-PREVENTIVOS.htm


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pedra do Sapo

Pedra do Sapo

Para quem não conhece vale a pena percorrer o trajeto que fica no bairro Manoel Ferreira em Mogi das Cruzes, distância aproximadamente 10 Km de trilha pedalando e mais uns 20 minutos de caminhada.

Passando por grandes descidas e subidas íngremes chega-se até a Pedra do Sapo onde o visual é magnífico, em dias ensolarados dá para se avistar a cidade litorânea de Bertioga.

A Pedra do Sapo tem esse nome devido ao seu formato lembrar um sapo, quem for percorrer esse trajeto é bom levar bastante água e algo para comer, pois no caminho não tem nada para vender, a única coisa que encontramos é a vasta vegetação do local.

Informações:celso.rpl@gmail.com

sábado, 18 de dezembro de 2010

Rumo a Aparecida


No dia 22 de março de 2008, meu amigo Kleber e eu encaramos o desafio de percorrer de Mogi das Cruzes a Aparecida, um trajeto de 140 km, saímos às 04h45min da manhã.

O dia estava nublado com risco de chuva, as primeiras pedaladas não foram nada fáceis.

Ao chegar na entrada de Guararema vimos que a passagem estava interditada, ainda bem que a bicicleta não só possibilita fazer novos amigos como é um veículo de fácil transporte, passamos pela ponte para pedestres e tudo resolvido.

Ao chegar na rodovia Carvalho Pinto, começou a chover, mas isso não impediu nossa viagem.

Às 10h00min horas da manhã paramos para um lanche, conversamos sobre a importância do esporte e sobre pessoas sedentárias que só andam de carro, andar de bicicleta possibilita você conhecer novas pessoas, não polui o ar, é um veículo de mecânica visível, você consegue sentir a mudança de temperatura, entre outros benefícios, só quem fez uma viagem de bicicleta conhece essa sensação.

Tivemos mais algumas paradas pelo caminho, rodamos em média 20 km por hora.

Quando chegamos na rodovia Dutra conseguimos pedalar mais forte, pois não sentíamos a força do vento, faltava só 50 km para chegar foi o trecho mais emocionante de nossas vidas, ao chegar no viaduto onde você já avista a cúpula da igreja, bate uma emoção que só Deus sabe.

Nesse instante percebemos que tudo foi válido pela saúde e pela fé e sempre fica aquele gosto de: Eu venci. Eu estive lá.

Contato:celso.rpl@gmail.com

O Caminho de Santiago de Compostela






Quando nos referimos ao caminho de Santiago de Compostela não podemos deixar de lembrar que existem alguns caminhos, sendo que o mais conhecido e o preferido pelos peregrinos é o caminho Frances que inicia em Saint Jean Pied-de-Port (França) a 20 km da Espanha, que é um dos trechos mais árduos, pois se

trata dos Pirineus, e segue percorrendo ao norte da Espanha de leste a oeste.

Na tarde que antecede o início da peregrinação é rezada uma missa para abençoar o Caminho

de todos. Mal amanheceu e já estávamos na estrada, os peregrinos começam a caminhar por v

olta das 5:00 horas da manhã, um frio e muita neblina e é claro para lavar a alma logo de cara uma baitachuva, o dia todo chovendo. Claro que eu estava prevenida, pois havia colocado em minha bagagem uma capa de chuva, aquelas baratinhas de motoqueiros com calça e jaqueta, só que para meu azar só agüentou algumas horas de chuva e rasgou todinha, e certamente foi a primeira coisa que aban

donei. Estava ensopada, cheia de lama, exausta, morrendo de frio e fome quando cheguei no albergue, e que, por sorte, tinha os dois últimos lugares disponíveis. A lama era tanta que fui obrigada a limpar toda a bike, alforge, o tênis, luva, capacete... Seria bobagem comentar a temperatura da água disponível. E assim para cada dia tenho uma história, mas pelo menos não peguei mais chuva. Não fazia a menor idéia de como a bicicleta fica pesada com o alforge,

principalmente em muitos trechos de subida e lugares onde você tem que erguer a bicicleta.Portanto carregue estritamente o necessário à sua sobrevivência, pois certamente durante o Caminho você deixará junto com muitos de seus conceitos boa parte da sua bagagem.A beleza exuberante das mais variadas paisagens, dos vilarejos, das vilas medievais e das grandes cidades ao longo das 800km percorrido nos mostra que o caminho é apenas uma ilustração para a história de dor, fé ou gratidão dos peregrinos, que com certeza são os grandes mestres do Caminho. Com eles aprendemos o verdadeiro significado do Caminho. A hospitalidade de todos que constituem o Caminho é fascinante. Por mais exausto que você possa estar sempre conseguirá reunir forças para abrir um grande sorriso e estender a mão para ajudar alguém.Quando estamos desamparados do conforto que temos em nosso dia a dia e expostos a fadiga deixamos todos os nossos conceitos e preconceitos de lado e nos tornamos mais puros, pois neste estado, o conforto de termos apenas o necessário nos leva a satisfação plena. E o necessário é simplesmente o alimento do corpo e da alma.

Existe sim algo místico ou para quem prefere, uma energia muito perceptível e cada um que fizer o caminho terá sua própria experiência.

É uma loucura, mas o Caminho é tão fascinante, que nos primeiros dias da viagem não via a hora de chegar ao fim e passado alguns dias descobri que não queria terminá-lo nunca e quando finalmente terminei tive a certeza que meu novo caminho esta apenas começando....

Bom Caminho a todos!!!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

De bicicleta pelo Caminho da Fé



O Caminho da Fé é uma rota de peregrinação, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha.
O caminho tem um percurso de 497 quilômetros, sendo 300 quilômetros pela serra da Mantiqueira.
Ele foi inaugurado no ano de 2003, na cidade de Águas da Prata em São Paulo, e seu final é no santuário de Aparecida.
Conheci o caminho no inicio de 2006 através de uma revista, e neste momento, comecei a planejar minha viajem.
No dia 31 de março de 2006 dei inicio a minha viajem, peguei carona com um colega da empresa onde trabalho, que me deixou em um posto de gasolina, próximo a cidade de Tambaú, no interior de São Paulo onde eu passei a noite, no dia seguinte prossegui para tirar a minha credencial.
Levei sete dias para percorrer todo o caminho, passei por sete cidades do estado de São Paulo e oito de Minas Gerais.
As pessoas das pousadas são muito receptivas, em algumas a gente é tratado como se fosse da família.
O caminho da Fé é assim, tem sua magia e seus encantos uns percorrem para meditar, outros por fé, por crença, ou pela prática de esporte, mas no final, todos levam consigo a saudade do caminho.

“Por ande passei, o lixo que gerei, carreguei.
Deixei apenas as marcas dos pneus.
Vivi e sofri,
Conheci muita gente estranha,
Sobrevivi,
E estou aqui para contar essa historia e outras que estão por vir
Eu estive lá.”
Celso Ricardo Pereira de Lima

Mais informações acesse

http://www.caminhodafe.com.br/